film izle

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Cezar Peluso, decidiu dar mais transparência aos processos contra magistrados em andamento nas corregedorias dos Tribunais de Justiça dos Estados. As informações serão disponibilizadas no site do CNJ, na área da presidência do Conselho, e serão atualizadas mensalmente com dados fornecidos pelas corregedorias estaduais. A decisão foi tomada pelo ministro durante encontro com 15 representantes do Colégio de Corregedores que reúne 27 Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal.

Os juízes corregedores solicitaram a audiência com o ministro Peluso para declarar apoio incondicional às ações do CNJ, destacando os relevantes serviços que o Conselho tem prestado para o aprimoramento da Justiça no Brasil. Os corregedores aproveitaram o encontro para comunicar ao ministro todas as iniciativas e procedimentos em andamento nas corregedorias dos estados para apurar e punir os desvios funcionais que têm sido denunciados contra integrantes da magistratura.

Os corregedores apresentaram ao ministro dados atualizados sobre os processos em andamento e sobre as punições aplicadas contra membros da magistratura nos últimos dois anos. Segundo o ministro, as informações demonstram que as corregedorias estaduais não são de forma alguma inoperantes. “Os juízes demonstraram com dados que têm atendido a todas as determinações da Corregedoria Nacional quando lhes são encaminhadas denúncias, e que os prazos fixados são rigorosamente observados pelas corregedorias dos estados”, informou Peluso após o encontro com o grupo.

De acordo com o presidente do STF e do CNJ, os corregedores garantem que são enviados relatórios mensais à Corregedoria Nacional dando conta das atividades desenvolvidas pelas corregedorias dos Tribunais de Justiça. A partir deste mês esses relatórios também serão enviados à presidência do CNJ que vai disponibilizá-los no site do Conselho. “Os relatórios serão atualizados mensalmente”, garantiu Peluso.

Ainda por sugestão do ministro Peluso, os corregedores se comprometeram em solicitar às presidências dos Tribunais de Justiça para que enviem à presidência do CNJ relatórios sobre os processos contra desembargadores que correm nos Tribunais. “Essas informações também serão tornadas públicas no site do Conselho”, informou o ministro.

JR/LL

Web site que propõe aos solteiros “Casual Dating”, um relacionamento sem compromisso

Amor? Não, obrigado. Melhor namoro casual, ou usar a Internet para reunir-se sem compromissos. A tendência mais recente na Europa mostra que as mulheres são as que mais buscam encontros ocasionais, experimentar a libertação do coração e sentimentos. O C-Date, o site, aposta na tendência de “Casual Dating” no Brasil  e quer atender uma porcetagem de pessoas que buscam relacionamentos informais: o ficar. Mas o “Ficar” com alto nível e através da internet.

A novidade é que (dados Nielsen à mão) nos primeiros dois meses de 2011 apenas na Itália o C-Date tornou-se o mais popular site de relacionamento sem compromisso da Europa. Uma ultrapassagem cuja importância poderia ser seriamente estudada por sociólogos e especialistas. A partir de um dado inequívoco: 55% daqueles que usam C-Date são mulheres. Um número que deixa em dúvida um dos mitos mais controversos e questionáveis do imaginário feminino: o Príncipe Encantado. Será que as mulheres deixaram de acreditar nisso? E estão buscando curtir a vida sem compromisso?

Uma tendência Mundial. Em 37 países, da Argentina, para os Estados Unidos, da Coréia, África do Sul, Rússia, Japão e Nova Zelândia, com mais de 6 milhões de assinantes em todo o mundo, as pessoas já se assumem e já buscam os encontros casuais, talvez insatisfeitas ou à procura de algo novo, sem a intenção de um relacionamento sólido.

Mas o que é exatamente Casual Dating, e como funciona? Tecnicamente os jornais europeus têm chamado de “nova cultura urbana”, uma nova cultura underground em que homens e mulheres procuram oportunidades para atender suas intimidades, tão simples, despreocupada e, principalmente, seguro. No Brasil, o Casual Dating é uma nova cultura também? Com certeza, como em qualquer país, as pessoas estão antenadas com o que tem de mais novo, inclusive com respeito a assuntos do coração, e cada vez mais estão assumindo seus sentimentos, vontades e objetivo comum. Exatamente, elas querem conhecer pessoas novas que compartilham interesses semelhantes e desejos, mantendo sua independência. Abrasileirando, “Casual Dating”, é nada mais nada menos que o nosso “Ficar”. Espécie de relacionamento onde a mulher ou homem buscam uma noite agradável, segura, sem cobranças.

Nascido na Alemanha em 2008, C-Date realmente inventou uma categoria nova para sites mas, isso não quer dizer que ele impessa o usuário de conhecer sua alma gêmea ou alguém de ter um romance ou quase isso. O site não está classsificado e nem tem o objetivo de se tornar um facilitador para necessidade sexual. Quem se inscreve no C-Date quer relações sem comprometimento, mas com segurança e alto nível.

O site fornece naturalmente anonimato: quem se matricula preenche um formulário detalhado, descrevendo seu perfil, lugar onde vive e, o mais importante, os gostos. Os usuários registrados podem trocar mensagens em texto livre ao subscrever uma assinatura trimestral ou anual, começando pelo R$ 49,00 /mês. As mulheres têm privilégios e podem se cadastrar gratuitamente.

* Dados fonte: Estudo 2010 tendência investigação Européia.

Mais de um milhão

agosto 31st, 2011 | Posted by Direitos Fundamentais in evento | Notícias - (0 Comments)

Tanta correria que nem havia notado: desde o mês passado, o blog ultrapassou a barreira de mais de um milhão de visitas desde que migrei para o wordpress, em maio de 2008. Para ser mais preciso foram “1.049.181 views all-time”.

Lembro que, lá pelos idos de 2001, quando montei o primeiro site, ficava impressionado com as 50 visitas diárias. Hoje, há picos de duas mil visitas por dia, o que é impressionante para um site amador individual que trata de um tema técnico.

Enfim, obrigado a todos pelas visitas.

***

A fim de inserir o blog nas redes sociais, criei o perfil do blog no Facebook. Quem quiser “curtir” é só clicar no espaço ao lado.

**

Em breve, farei um post comemorativo. Estou totalmente sem tempo, em razão de mil atribuições que acabei acumulando, mas tentarei fazer algo interessante.

**

Enquanto não posto nada, recomendo o vídeo abaixo que é o primeiro de uma série de quatro, relativos a uma palestra proferida por Marcelo Neves tratando da teoria dos princípios. Vale a pena:

Palestra – Marcelo Neves – Interpretação e Estado de Direito

 


Fundadores do YouTube adquirem Delicious do Yahoo!

Abril 27th, 2011 | Posted by Tecnologia in Notícias | Tecnologia - (Comentários desativados em Fundadores do YouTube adquirem Delicious do Yahoo!)

SAN FRANCISCO, CA–(Marketwire – April 27, 2011) – A Delicious.com, o principal serviço de bookmark social, foi adquirida pelos fundadores do YouTube, Chad Hurley e Steve Chen. Como criadores da maior plataforma de vídeo online, eles têm experiência em habilitar milhões de usuários a compartilharem suas experiências com o mundo. Os planos são que a Delicious continue a oferecer os excelentes serviços que os usuários amam e tornar o site ainda mas fácil e divertido de salvar, compartilhar e descobrir o conteúdo “mais gostoso” da web. Delicious fará parte da AVOS, uma nova empresa da Internet.

“Estamos empolgados em trabalhar com esta comunidade fantástica e levar a Delicious para o próximo nível”, disse Chad Hurley, CEO da AVOS. “Estamos tendo uma tremenda oportunidade de simplificar a forma como os usuários salvam e compartilhar o conteúdo descoberto em qualquer lugar na web”.

“Falamos com diversos interessados em adquirir o site e escolhemos Chad e Steve por causa da sua paixão e visão única para a Delicious”, disse John Matheny, SVP de Comunicações e Comunidades da Yahoo!

Os fundadores do YouTube pretendem trabalhar em conjunto com a comunidade nos próximos meses para desenvolver recursos inovadores para ajudar a resolver o problema do excesso de informação. “Este problema não está acontecendo somente no mundo dos vídeos mas também em todos os tipos de mídia com muita informação”, disse Chen.

Voltando às suas raízes, Hurley e Chen localizaram a Delicious no centro da cidade de San Mateo, Califórnia, a somente alguns quarteirões de onde o YouTube foi fundado. Eles estão contratando agressivamente para criar uma equipe de categoria internacional para enfrentar o desafio de construir o melhor serviço de informação da web.

Delicious
A Delicious é o principal serviço de bookmark social para salvar, compartilhar e descobrir bookmarks de web. Criada em 2003 e adquirida pelo Yahoo! em 2005, a Delicious construiu uma comunidade mundial de milhões de usuários empolgados. Em 2011, a Delicious foi adquirida pelos fundadores do YouTube, Chad Hurley e Steve Chen. Juntos, em 2005, eles fundaram o YouTube, o maior site de vídeo que foi adquirido pelo Google 18 meses depois por $1,76 bilhões. Delicious faz parte da AVOS, uma nova empresa de Internet de San Mateo, Califórnia.

Local de hospedagem do site define competência para ação por calúnia em blog jornalístico

Abril 26th, 2011 | Posted by Tecnologia in Notícias | Tecnologia - (Comentários desativados em Local de hospedagem do site define competência para ação por calúnia em blog jornalístico)

A Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a competência para julgamento de crimes cometidos em blogs jornalísticos na internet é definida pelo lugar de onde partiu o ato delituoso, ou seja, onde se encontra a sede do provedor do site. Na falta de regulamentação legal sobre crimes virtuais no Brasil, os ministros fundamentaram a decisão na jurisprudência da Corte. O entendimento foi unânime.

O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, apresentou queixa-crime contra o jornalista Juca Kfouri por publicação de carta, supostamente enviada por pessoa anônima, em seu blog jornalístico, com ofensas consideradas caluniosas. O conflito de competência foi suscitado pelo juiz da 34ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, ao qual a queixa foi submetida, em face da 13ª Vara Criminal de São Paulo, onde vive o jornalista e onde se encontra a sede do provedor do blog.

O relator do caso no STJ, desembargador convocado Celso Limongi, lembrou que o Supremo Tribunal Federal, ao declarar a inconstitucionalidade da Lei de Imprensa, definiu que os processos envolvendo atividades da imprensa deveriam ser submetidos à legislação comum. Por isso, segundo ele, no caso de crimes atribuídos a blog jornalístico, deve ser considerado o Código de Processo Penal, cujo artigo 70 estabelece que “a competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração”.

Assim, o relator definiu que “o foro para processamento e julgamento da ação sobre queixa-crime por calúnia em blog é o do lugar do ato delituoso, de onde partiu a publicação do texto”.
Celso Limongi considerou decisões anteriores da Corte, segundo as quais “a competência para processar e julgar os crimes praticados pela internet é do local de onde são enviadas as mensagens discriminatórias”.

De acordo com o relator, “como o Blog do Juca está hospedado no provedor UOL, servidor sediado na cidade de São Paulo, é do Juízo da 13ª Vara Criminal de São Paulo a competência para atuar no feito em questão”.

A notícia acima refere-se
aos seguintes processos:
CC 97201

Fonte: STJ




Na parte final de minha tese de doutorado, em item bastante modesto, fiz alusão ao fato de que a internet mudará (já está mudando!), radicalmente, a forma como se exerce a democracia. Não se trata de grande novidade, nem a idéia é originalmente minha. Muitos já haviam dito algo parecido antes, quando isso era até menos evidente do que é hoje (ou em 2009, quando a escrevi).


Acontecimentos dos últimos meses parecem confirmar isso, de maneira às vezes assustadora.
Comentarei outros depois. Por enquanto, interessa-me o wikileaks, a recente prisão do fundador do site e as consequências daí decorrentes.
Como se sabe, wikileaks é um site dedicado a divulgar notícias relacionadas a grandes centros de poder (governos, grandes corporações etc.), preservando a identidade de suas fontes. O site diz não buscar ou procurar tais notícias, mas estar aberto àqueles que o queiram utilizar como veículo para fazê-las chegar ao mundo.
Embora fundado há alguns anos, o site despertou a atenção mundial quando passou a divulgar, em momento mais recente, documentos sigilosos do governo norte-americano. A partir de então, políticos republicanos nos Estados Unidos chegaram a pugnar pela aplicação de "pena de morte" ao responsável pelo site, Julian Assange. Servidores americanos deixaram de hospedá-lo e de permitir acesso a ele. Assange, além disso, passou à lista dos "mais procurados" pela interpol, e terminou preso, acusado de "estupro".
Em razão do tal 'estupro', diversas instituições financeiras, como bancos e administradoras de cartão de crédito deixaram de realizar transações que destinassem dinheiro à manutenção do site.
Quando comecei a ver essas notícias, não podia acreditar. Parecia estar vivendo no mundo de 1984, de George Orwell.

Primeiro, porque a liberdade de expressão, nos EUA tão apregoada e defendida, dá ao apontado site, ou aos seus responsáveis, o direito de divulgar as informações que chegarem ao seu conhecimento. Se são sigilosas, devem ser punidos aqueles que as levaram ao site, e não o próprio, que, aliás, não é obrigado a revelar sua fonte. Trata-se de princípio básico de direito constitucional, que, por exemplo, se refletiu no inciso XIV do art. 5.º de nossa Constituição. A liberdade de imprensa é indispensável para a democracia, não podendo ser sufocada porque contraria os interesses deste ou daquele governo.

Segundo, porque a própria acusação de estupro está muito mal explicada. Segundo as próprias "vítimas", o sexo teria sido consensual, mas ele teria se recusado a usar preservativo em um caso, e em outro este teria estourado. Em outra situação, ele teria "pressionado seu corpo" contra o da mulher de uma forma por ela não desejada. Reconheça-se que são acusações que, conquanto possam ter a sua gravidade, dependendo de como as coisas realmente tenham acontecido, não justificam, de forma nenhuma, que ele passe à lista dos mais procurados da interpol por causa disso, ou, pior, que tenha os pagamentos ao seu site bloqueados pela VISA, pelo paypal e por outras instituições congêneres. Seria curioso se tais instituições financeiras realmente resolvessem bloquear as transações com TODAS as empresas cujos sócios ou fundadores tivessem contra si acusações de gravidade igual ou maior que as feitas contra Assange. Por que só contra ele?

Parece claro que a acusação, a prisão e os bloqueios nada têm a ver com a conduta sexual do mencionado fundador do site, por mais reprovável que ela possa ser. Tais atos parecem muito mais relacionados à pretensão, já publicamente revelada por políticos americanos, de aplicar-lhe a pena de morte. Triste realidade, reveladora de que, na cabeça de muitos, os Direitos Humanos só devem ser respeitados pelos outros.

Mas a internet, também nesse ponto, mostra-se surpreendentemente flexível e talvez até incontrolável, a demonstrar que realmente estamos ingressando em uma nova era. Fechado o site nos EUA, surgiram mais de 100 "espelhos" ou "clones" dele. No twitter, por igual, a discussão está bastante acesa, formando-se resistência e troca de informações, sendo possível, ainda, ler comentários lúcidos como:
- Fosse na China, Assange seria chamado de dissidente e teria sido laureado com o Prêmio Nobel pelo Ocidente...
- Assange está sendo acusado de estupro? Só se for porque ele f*deu os EUA...

Isso confirma outra coisa que também tratei na tese, amparado, basicamente, nas idéias de Amartya Sen: não existem "valores asiáticos" oponíveis aos "ocidentais", os primeiros "tendentes ao autoritarismo" e os segundos "naturalmente democráticos". Absolutamente não. Há tendências autoritárias em todos os lugares, sendo também possível observar a luta pelo respeito às liberdades democráticas em todos os lugares. Tanto que os EUA (ou, sem generalizar, muitas pessoas que compõem o seu governo), no episódio em questão, se estão mostrando bem semelhantes ao governo chinês. Bloquearam o acesso ao site e às suas finanças, determinando a morte de seu responsável. O que mais falta?

Ah... E por falar em Orwell, cuja leitura é sempre recomendada, não poderia ter sido mais feliz a citação feita no início do vídeo a seguir, que, conquanto chocante, merece ser assistido, estando entre uma das revelações propiciadas pelo wikileaks: http://www.collateralmurder.com/




Parece que eles do wikileaks conhecem a notável obra de Orwell, que, conquanto escrita tendo em vista o comunismo, reflete com perfeição qualquer regime totalitário e controlador (e, nesse ponto, extrema esquerda e extrema direita estão muito mais próximas do que se pensa). A mensagem que colocaram no seguinte wallpaper, e a imagem retratada, revelam bem isso, além de evidenciarem que a internet realmente pode se prestar à pulverização do poder, pelo menos no que diz respeito à informação. If the big brother is waching, dizem eles, so are we...



*****

ATUALIZAÇÃO:

Recebi o email abaixo, e o repasso:

Caros amigos,

A campanha de intimidação massiva contra o WikiLeaks está assustando defensores da mídia livre do mundo todo.

Advogados peritos estão dizendo que o WikiLeaks provavelmente não violou nenhuma lei. Mas mesmo assim políticos dos EUA de alto escalão estão chamando o site de grupo terrorista e comentaristas estão pedindo o assassinato de sua equipe. O site vem sofrendo ataques fortes de países e empresas, porém o WikiLeaks só publica informações passadas por delatores. Eles trabalham com os principais jornais (NY Times, Guardian, Spiegel) para cuidadosamente selecionar as informações que eles publicam.

A intimidação extra judicial é um ataque à democracia. Nós precisamos de uma manifestação publica pela liberdade de expressão e de imprensa. Assine a petição pelo fim dos ataques e depois encaminhe este email para todo mundo – vamos conseguir 1 milhão de vozes e publicar anúncios de página inteira em jornais dos EUA esta semana!


O WikiLeaks não age sozinho – eles trabalham em parceria com os principais jornais do mundo (NY Times, Guardian, Der Spiegel, etc) para cuidadosamente revisar 250.000 telegramas (cabos) diplomáticos dos EUA, removendo qualquer informação que seja irresponsável publicar. Somente 800 cabos foram publicados até agora. No passado, a WikiLeaks expôs tortura, assassinato de civis inocentes no Iraque e Afeganistão pelo governo, e corrupção corporativa.

O governo dos EUA está usando todas as vias legais para impedir novas publicações de documentos, porém leis democráticas protegem a liberdade de imprensa. Os EUA e outros governos podem não gostar das leis que protegem a nossa liberdade de expressão, mas é justamente por isso que elas são importantes e porque somente um processo democrático pode alterá-las.

Algumas pessoas podem discordar se o WikiLeaks e seus grandes jornais parceiros estão publicando mais informações que o público deveria ver, se ele compromete a confidencialidade diplomática, ou se o seu fundador Julian Assange é um herói ou vilão. Porém nada disso justifica uma campanha agressiva de governos e empresas para silenciar um canal midiático legal. Clique abaixo para se juntar ao chamado contra a perseguição:


Você já se perguntou porque a mídia raramente publica as histórias completas do que acontece nos bastidores? Por que quando o fazem, governos reagem de forma agressiva, Nestas horas, depende do público defender os direitos democráticos de liberdade de imprensa e de expressão. Nunca houve um momento tão necessário de agirmos como agora.

Com esperança,

Ricken, Emma, Alex, Alice, Maria Paz e toda a equipe da Avaaz

Fontes:

Fundador do site WikiLeaks é preso em Londres:


Hackers lançam ataques em resposta a bloqueio de dinheiro do Wikileaks:

Conheça o homem por trás do site que revelou documentos secretos americanos:
film izle film izle film izle film izle film izle film izle film izle