Jornal da Justiça 1ª edição divulga mutirão para encontrar pessoas que ganharam ações e não sabem que o dinheiro está disponível
A Justiça do Trabalho está fazendo um mutirão para encontrar pessoas que ganharam ações e nem sabem que o dinheiro da indenização está disponível. Muita gente deixa de acompanhar o andamento dos processos que ficam arquivados, e não podem ser extintos até que o trabalhador receba o que tem direito. Saiba mais no Jornal da Justiça 1ª edição, nesta quinta-feira (22), a partir das 6 horas.

CNJ no Ar destaca banco de dados na internet que traz informações sobre falência e recuperação judicial de empresas
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e os judiciários estadual e trabalhista assinam termo de cooperação técnica para criação de um banco de dados na internet com informações sobre processos de falência e recuperação judicial de empresas. Saiba mais no CNJ no Ar, nesta quinta-feira (22), a partir das 10 horas.

Justiça na Manhã Entrevista aborda o Dia Mundial da Água
No Dia Mundial da Água, conheça a importância desse recurso e quais são as leis de proteção dos recursos hídricos. Justiça na Manhã Entrevista, nesta quinta-feira (22), a partir das 11 horas.

Expulsão é o tema da radionovela “A espiã que veio do frio”
Evandro e Felícia resolveram hospedar Ana, uma estrangeira. Desde que ela arranjou um emprego bastante secreto, Evandro está desconfiado de que a Ana esteja trabalhando numa agência internacional de espionagem e tráfico de pessoas.
Radionovela em diversos horários e versão compacta aos sábados e domingos, às 20h30.

Rádio Justiça
Emissoras interessadas podem receber boletins diários produzidos pela Radioagência Justiça. Basta um cadastro no site. São jornais com as principais notícias do Judiciário transmitidos diariamente. A Rádio Justiça é sintonizada em 104,7 MHz, no Distrito Federal, pelo satélite ou pelo site www.radiojustica.jus.br. Siga a Rádio Justiça pelo Twitter no endereço http://twitter.com/radiojustica.

Fonte: Rádio Justiça

Em nenhum momento de sua história o Jornal do Brasil defendeu, defende ou defenderá ilícitos.

Faz parte do DNA deste jornal atuar em prol do povo e da nação, em todas as suas instâncias.

Exatamente por isso, é preciso alertar nossos leitores a respeito da evidente tentativa de se denegrir o Judiciário, por meio de uma campanha impiedosa que expõe a instituição, verdadeiro coração da nação.

Inegavelmente, o Brasil necessita de seus Três Poderes em pleno funcionamento. Executivo e Legislativo, sem dúvidas, também devem ser protegidos de quaisquer tentativas de intimidação. Mas fazer ataques irresponsáveis ao Judiciário é tentar atacar o cerne do país, sem o qual, acaba-se também o respeito, o verdadeiro direito de ir e vir e, consequentemente, a dignidade.

O JB, como uma grande empresa, já sofreu várias ações judiciais, mas cumpriu todas e sobreviveu.  E não será por causa disso que deixaremos de fazer a defesa do que é correto, do que é justo. É preciso fazer o alerta: se os erros no Judiciário existem, que sejam corrigidos. Mas não há neessidade alguma de se expor a instituição da forma como vem ocorrendo.

É preciso saber, de uma vez por todas, a quem interessa denegrir o Judiciário e, consequentemente, levar o país a uma anomalia.

Editorial do Jornal do Brasil - edição de 26/01/2012

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Não se discute o valor de uma imprensa livre para a consolidação da democracia, mas também não se pode esquecer dos abusos que ela comete.

Como diria o linguista e filósofo americano Noam Chomsky, a imprensa pode causar mais danos que a bomba atômica e deixar cicatrizes no cérebro.

Vejamos o imbroglio envolvendo o humorista Rafinha Bastos e a cantora Wanessa Camargo, oriunda de uma piada de péssimo gosto contada pelo primeiro e amplamente noticiado pela mídia nacional.

Wanessa sentiou-se ofendida e utilizou-se do direito acionar o Judiciário para requerer a condenção do ofensor nas penas previstas pelo Código Penal.

Aliás, todo operador do direito deveria ler a petição assinada pelo advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira.  A peça é sucinta (10 artigos), sem repetições, indo ao cerne das questões, esquecendo a retórica pela retória, isso sem falar no português escorreito.

Mas, voltando ao tema do post. O que leva um jornal a estampar a manchete mentirosa que “Wanessa quer Rafinha na cadeia”?

Qualquer estudante de direito sabe o suposto crime praticado por Rafinha é de menor potencial ofensivo (injúria) e a sanção corporal (prisão), se a procedente a ação,  é substituída, obrigatoriamente, por penas ou medidas alternativas.  Bem de ver que na hipótese de pena inferior a quatro anos de cadeia, o juiz deve proceder a substitução. Se não conceder o benefício legal, é obrigado a justificar, pena de nulidade da sentença nessa parte

Para um jornalista, o fato do cachorro morder um homem não é notícia, pois corriqueiro; mas, se um homem morder um cachorro, aí, sim, ganha a manchete do jornal.

Deve ser a hipótese do jornal estampar a notícia que “Wanessa quer Rafinha na cadeia”.

Jornal da Justiça 1ª edição: especial 20 anos da Lei do Inquilinato
No dia 18 de outubro de 1991 o Brasil ganhava uma lei para apaziguar os ânimos de locadores e locatários. O jurista Sylvio Capanema de Souza, coautor do então projeto de lei, relembra para a Rádio Justiça o contexto social daquela época, marcada pela hiperinflação e pelos congelamentos de preços, que provocavam redução na oferta de imóveis no país. Saiba mais no Jornal da Justiça 1ª edição, nesta terça-feira (18), a partir das 6 horas.

Justiça na Manhã aborda combate à pirataria
O Ministério da Justiça e a Escola Nacional da Magistratura realizaram no fim da semana passada o primeiro Seminário Internacional de Combate à Pirataria. Magistrados do Brasil e da França reuniram-se em Foz do Iguaçu-PR e discutiram leis e jurisprudências para aperfeiçoamento do sistema de proteção. Conheça em detalhes os aspectos discutidos nesse evento no programa Justiça na Manhã, que vai ao ar nesta terça-feira (18), a partir das 8 horas.

CNJ no Ar destaca Encontro Nacional de Gestores de Metas do Poder Judiciário
Representantes de 90 tribunais de todo o país estarão reunidos,;dias 18 e 19 de outubro, em Brasília, no Encontro Nacional de Gestores de Metas do Poder Judiciário, a fim de apresentar as suas propostas para os objetivos que deverão ser cumpridos nos próximos anos. Confira esse e outros destaques no programa CNJ no Ar, nesta terça-feira (18), a partir das 10 horas.

Curandeirismo é o tema da radionovela “Cantando tudo se cura”
Silvia Neves, uma cantora no ostracismo, descobriu que sua grande rival, Lucinha Miranda, estava com um problema na voz. Assim, ela mandou o filho, Tico, se disfarçar de Pai Chuchu, um curandeiro picareta que oferece à Lucinha uma cura milagrosa. Mas os efeitos desse falso remédio acabam surpreendendo a todos. Confira a radionovela em vários horários ou no nosso site.

Rádio Justiça
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Fonte: Rádio Justiça
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Jornal da Justiça 1ª edição aborda lei que reduziu casos de homicídios em São Paulo
O município de Diadema (SP) reduziu em 56% o número de homicídios dolosos de janeiro a setembro deste ano em comparação com o mesmo período de 2010. A Lei do Fechamento de Bares é apontada como o principal motivo para o bom resultado.;Saiba mais no Jornal da Justiça 1ª edição, nesta segunda-feira (17), a partir das 6 horas.

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Conheça os detalhes do programa Começar de Novo em Santa Catarina. São 30 empresas parceiras que oferecem capacitação e emprego a detentos e ex-detentos. CNJ no Ar, nesta segunda-feira (17), a partir das 10 horas.

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Fonte: Rádio Justiça

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Fonte: Rádio Justiça