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Direito Legal - Decisões, Doutrinas, Artigos e Temas Jurídicos

*Por Jairo Bouer
Ao invés de perguntar aos candidatos a um futuro relacionamento o que eles pretendem fazer da vida, se planejam ter filhos, qual a visão que têm da crise do Oriente Médio, entre outros temas mais complexos, que tal focar em questões práticas e banais do dia-a-dia como, por exemplo, se a pessoa curte filmes de terror ou se já viajou para fora do país sozinha? Pois é, saiba que há estudos que mostram que quem combina esses tipos de respostas tem uma chance muito maior de o namoro dar certo. Surpreso? Nós do ParPerfeito, não!
Em enquete realizada recentemente pelo maior site de relacionamento do Brasil, com mais de duas mil pessoas, descobrimos que as afinidades que homens e mulheres mais procuram na hora de buscar a cara metade são justamente o hobby e a preocupação com hábitos saudáveis. Essas duas aparecem disparadas na frente de outras tais quais: religião, formação acadêmica e até tipo físico. Parece que quem busca um namoro está super atento para a necessidade de vencer as diferenças do cotidiano.

 
Já imaginou se você gosta só de filmes românticos e ele adora os de terror e aventura? A hora de escolher o cinema de domingo à tarde pode se transformar em uma tragédia semanal! E se ele só curte viajar sozinho e você sempre em turma? Já imaginou o problemão nas férias? Brincadeiras à parte, uma pesquisa realizada pelo site americano de relacionamento OKCupid mostrou que três quartos das pessoas que estavam em relações mais longas deram as mesmas repostas para as perguntas sobre filmes e viagens. Pode ser um bom começo, não é?

 
A conclusão é do matemático americano Christian Rudder, autor do livro recém-lançado Dataclysm: Who We Are (When We Think No One´s Looking), algo como “Dataclisma: Quem Somos Quando Pensamos que Ninguém está Olhando”, em que ele analisa padrões de comportamento de usuários de redes sociais e de sites de relacionamento.

 
Em sua pesquisa, o autor defende que na procura por parceiros “online”, as pessoas tendem a ser ainda mais exigentes do que quando as buscas acontecem fora da rede. Quer uma suposição? Na rede, você tem mais tempo para pesquisar e “investigar” um pouco mais sobre gostos e afinidades da possível cara metade. Além disso, como há muitas opções, o cuidado e o critério na seleção de possíveis parceiros podem aumentar as chances de sucesso, que é o que as pessoas querem! Nesse sentido, os algoritmos (espécie de fórmulas matemáticas) usados, por exemplo, pelo site ParPerfeito, podem restringir universos de afinidades e interesses e facilitar muito a vida dos usuários. Imagine pesquisar em uma galáxia de quase dois milhões de pessoas quem tem mais a ver a você? Missão quase impossível!

 
Em um momento em que as pessoas estão casando cada vez menos no mundo desenvolvido (nos EUA, por exemplo, nova pesquisa do Pew Research Center mostra que um em cada cinco americanos com mais de 25 anos ainda não trocou alianças), afinar os instrumentos de busca por parceiros, inclusive na internet, olhando também para o mais simples e trivial, pode ser um bom começo para quem quer subir ao altar! Que filme você gosta mesmo?

 
* Jairo Bouer é consultor de relacionamento do ParPerfeito, médico psiquiatra e comunicador.

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Vendas de celulares inteligentes ultrapassaram a marca de 13 milhões, com crescimento de 22% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre abril e junho, foram vendidos mais de 100 smartphones por minuto
Leonardo Bueno Munin
São Paulo, 15 de setembro de 2014 – A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, divulga os dados consolidados do mercado de celulares no Brasil no 2º trimestre de 2014. De acordo com o estudo Mobile Phone Tracker Q2, foram vendidos 17.9 milhões de aparelhos entre os meses de abril e junho, sendo 13.3 milhões de smartphones (75%) e 4.6 milhões de feature phones (25%). Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve aumento de 22% nas vendas de smartphones e queda de 16% nas vendas de feature phones. “O resultado do segundo trimestre para smartphones ficou acima da nossa previsão e representa um recorde de vendas não só no Brasil, mas no mundo inteiro. É a primeira vez que o País entra nesse patamar de 13 milhões e o mundo ultrapassa a marca de 300 milhões de smartphones vendidos. A expectativa é o bom momento persistir e um novo recorde ser batido nos próximos dois trimestres de 2014″, afirma Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil.

Resultados do 1º trimestre

Entre os meses de janeiro e março de 2014, foram vendidos 16.4 milhões de celulares. Desse total, foram 10.9 milhões de smartphones – média de 84 aparelhos vendidos por minuto – e 5.5 milhões de feature phones.

Dos aparelhos vendidos, 90% possuem o Android como sistema operacional.

Os dados confirmam que a instabilidade vista em outros segmentos da TI e o baixo crescimento da economia não afetaram a categoria de smartphones. Para o analista da IDC Brasil, existem quatro fatores que explicam o momento: aumento do portfólio de produtos aliado à queda nos preços por parte dos fabricantes, um maior investimento dos canais em cima desta categoria – principalmente o varejista, a inclusão deste dispositivo na MP do Bem e a prorrogação da isenção de impostos para smartphones por parte do governo, e o fator principal que é o usuário com um desejo cada vez maior em estar conectado de onde ele estiver.

Dos aparelhos vendidos no 2º trimestre, mais de 90% são Android e o ticket médio ficou em R$ 700.

Será o fim dos feature phones?
Leonardo Munin não acredita no fim dos celulares sem sistema operacional, porém, ressalta que cada vez menos modelos estarão disponíveis no varejo nos próximos anos. Para 2018, por exemplo, a IDC Brasil projeta que essa categoria de dispositivo não chegue a 5% do volume total do mercado. Até o final do ano, a previsão é que 3/4 das vendas sejam de smartphones e apenas 1/4 de feature phones. Para ele, a chegada de produtos com preços mais atrativos e com configuração mais potente está acelerando a migração de feature phones para smartphones. A título de comparação, em 2013, dos celulares vendidos 53% eram smartphones e 47% feature phones. Para esse ano, a projeção é de 75% de smartphones e 25% de feature phones. Historicamente, as vendas de smartphones no Brasil sempre vinham atrás da média da América Latina e mundial. “Desde o terceiro trimestre de 2013, no entanto, ocorre uma inversão e hoje a participação de smartphones no mercado de celulares no Brasil é maior tanto da média da região como da média mundial”, afirma o analista.

Crescimento dos phablets
Segundo o analista da IDC Brasil, o smartphone com tela acima de 5 polegadas, o chamado phablet, também já caiu no gosto dos brasileiros. “Os aparelhos inteligentes estão se tornando cada vez mais um ‘computador de bolso’ e, quanto maior a tela, mais cômodo é para o usuário navegar pela internet, ler conteúdos, assistir vídeos e jogar”. A tendência dos phablets pode ser confirmada pelo crescimento das vendas: 128 mil aparelhos em 2012, cerca de 2.2 milhões em 2013 e, para 2014, a expectativa é que as vendas cheguem perto dos 5 milhões de dispositivos.
Sobre a IDC
IDC é a empresa líder em inteligência de mercado e consultoria nas indústrias de tecnologia da informação, telecomunicações e mercados de consumo em massa de tecnologia. Analisa e prediz as tendências tecnológicas para que os profissionais, investidores e executivos possam tomar decisões de compra e negócios nestes setores. Mais de 1.000 analistas em 110 países proveem conhecimento local, regional e global dos mercados tecnológicos em hardware, software, serviços, telecomunicações, segmentos verticais e investimentos em TI. Nos últimos 50 anos, IDC tem fornecido informações estratégias aos seus clientes para ajudá-los a alcançar seus objetivos com êxito. Na América Latina, está presente com escritórios locais na Argentina, Chile, Brasil, Colômbia, México, Peru e Venezuela.

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Está em vigor Desde Julho de 2008 a Lei distrital nº 4.171 que cria o cadastro para bloqueio de ligações de telemarketing no âmbito do Distrito Federal. A lei foi sancionada pelo Governador do Distrito Federal e publicada na edição nº 131 do Diário Oficial do DF.

Veja Também: Evitar receber publicidade das operadoras de celular

O cadastro denominado “Não Importune!”, tem como objetivo proteger os consumidores de ligações telefônicas indesejadas para venda de produtos e serviços. Ao se inscrever o usuário fornecerá seu nome, endereço, CEP, CPF e um documento de identificação original com cópia, além dos números de telefone a serem cadastrados, acompanhados por comprovantes de propriedade das linhas.

Como Bloquear?
Seleciona o estado de origem abaixo e cadastre-se.

* AVISO IMPORTANTE:
Se o estado de origem que procura ainda não tenha essa ferramenta e você tenha conhecimento de algum abaixo-assinado ou alguma petição pública informe-nos e publicaremos aqui!

Caso deseje criar uma Petição Online e não saiba como, conheça os sites:

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Desde Junho de 2012, a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) iniciou uma campanha para que as operadoras de telefonia móvel informem aos consumidores sobre o direito de não receber mais mensagens de publicidade. No entanto, mesmo quem acabou não recebendo a notificação, poderá fazer a solicitação para não receber mais propagandas das operadoras via SMS.

Veja Também: Não deseja mais receber ligações de telemarketing?

Agora, os usuários que se sentirem incomodados devem enviar uma mensagem com a palavra “Sair” para o número da respectiva operadora, veja abaixo:

Operadora Nº para envio do SMS Texto a enviar
Claro 888 SAIR
Tim 4112 SAIR
Oi 55555 SAIR
Vivo 457 SAIR

Após o envio, as operadoras respondem com uma mensagem confirmando a retirada do número de campanhas publicitárias via SMS

Não resolveu?
Em caso de dificuldade, é possível fazer uma reclamação diretamente a ANATEL

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(*) Francisca Paris

Com a promessa do anonimato, usuários cedem ao apelo do aplicativo para celulares Secret e revelam seus segredos. Ele permite fazer confidências sobre si mesmo ou outras pessoas por meio de posts com textos ou fotos – ou também compartilhar amenidades e brincadeiras –, sem que o autor tenha sua identidade declarada, e se conectar tanto com conhecidos como com desconhecidos, que interagem por meio de comentários e curtidas.
A ideia de seus criadores nos Estados Unidos até pode ter sido boa, já que o programa incentiva o compartilhamento de pensamentos e sentimentos que às vezes são difíceis de serem revelados em outras situações. Porém, a condição de anonimato acabou criando um espaço aparentemente sem lei, em que se pode falar de tudo, inclusive propagar calúnias, difamações e imagens constrangedoras sem a devida autorização.
O Secret é mais uma ferramenta de relacionamento com infinitas possibilidades, que podem ser usadas para o bem e para o mal. O problema é quando ele é mal utilizado. O que era para ser um diário aberto virtual bacana em alguns casos tornou-se uma grande rede de intrigas e fofocas. Ou, pior, um espaço utilizado por alguns para promover o cyberbullying – agressão, intimidação ou humilhação de terceiros na esfera virtual –, a intolerância, o preconceito e até mesmo a pedofilia.
Mesmo quando essa violência é provocada sem intenção de machucar, geralmente por pessoas que não pensam nas consequências de seus atos, ela resulta na vitimização especialmente da criança ou do jovem, causando-lhe sofrimento, perturbação e diversos danos. Como em tudo na vida, é preciso pensar bem antes de agir, e não o contrário.
O aplicativo está disponível para download no Brasil há poucos meses e tem provocado muitas reclamações. Quem se sentir ofendido com um conteúdo que julgar inadequado pode denunciar o post ou até bloquear o autor da postagem no aplicativo. Em casos mais sérios, é possível também prestar queixa na delegacia. Já há, inclusive, pedidos de vítimas de postagens maldosas na Justiça para que o Secret não possa mais ser usado por aqui.
A internet é livre, mas não pode esconder ações erradas pelo anonimato. Não é tão fácil encontrar o autor de uma ofensa virtual, mas também não é impossível. De acordo com especialistas em crimes cibernéticos, tudo o que é feito na internet deixa rastros. Quer postar um segredo seu ou contar algo sobre outra pessoa nas redes? Então se prepare para correr o risco de ter que assumir as consequências e eventualmente enfrentar até mesmo um processo por ter ofendido alguém.
As redes sociais trazem enormes benefícios, especialmente quando estreitam os laços entre famílias, amigos e escola. Mas a migração dos contatos reais para o espaço virtual também carrega consigo os vários conflitos da sociedade. E a violência utilizada no mundo virtual apenas reflete aspectos das práticas desse fenômeno no mundo real: sofrimento e humilhação da vítima e incapacidade de se defender das agressões. O combate a esses acontecimentos será tão mais exitoso quanto maior for a interferência dos variados protagonistas do espaço social: família, professores, amigos e comunidade em geral.
É preciso estar atento ao que se expõe e compartilha online, porque cada informação divulgada pode ser interpretada de inúmeras maneiras e trazer problemas. E nos casos dos menores de idade que estão na rede, é preciso atenção redobrada dos pais e da escola para ajudá-los na tarefa de identificar os limites entre o que precisa permanecer privado e o que pode tornar-se público. Mesmo que o autor não se identifique, as postagens no mundo virtual podem trazer implicações morais, éticas e legais. Na internet, assim como na vida, quanto mais conscientes, autocríticos e racionais com as nossas atitudes nós formos, melhor será nossa convivência com o próximo.
Quando o ataque acontece no mundo real, como na escola, por exemplo, e é denunciado, os agressores são identificados e confrontados pela autoridade escolar. Já nos casos de “perturbação online”, isso é mais difícil de ser combatido, especialmente quando o autor cria um perfil falso ou uma página anônima. Apesar disso, as vítimas não devem se calar por vergonha ou medo de represália, e sim denunciar o que encontrarem de errado e até mesmo exigir que as medidas legais cabíveis sejam tomadas. Utilizando a velha máxima do “não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você”, podemos estimular o convívio com o diferente, sabendo olhar para o outro com respeito.

(*) Francisca Paris é pedagoga, Mestre em Educação e Diretora de Serviços Educacionais da Saraiva

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Começaram a valer nessa segunda-feira, 23, as novas regras para o uso da internet no Brasil. A Lei 12.965/14, conhecida como Marco Civil da Internet, é uma espécie de constituição do setor, que estabelece os direitos e deveres de usuários e de provedores de internet no país. Após aprovação na Câmara dos Deputados e no Senado, a lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada no dia 24 de abril, com prazo de 60 dias para entrada em vigor.

Vários pontos da lei vão precisar de regulamentação. Em entrevista logo após a sanção da lei, a presidenta disse que tudo será discutido com a sociedade. Para os usuários, uma das principais novidades será a neutralidade de rede, ou seja, a garantia de que o tráfego terá a mesma qualidade e velocidade, independentemente do tipo de navegação. O usuário não poderá ter sua velocidade reduzida de acordo com o uso e as empresas não podem, por exemplo, diminuir a velocidade de conexão para dificultar o uso de produtos de empresas concorrentes.

Outro direito dos usuários é relacionado à privacidade. Segundo a nova lei, informações pessoais e registros de acesso só poderão ser vendidos se o usuário autorizar expressamente a operação comercial. Atualmente, os dados são coletados e vendidos pelas empresas, que têm acesso a detalhes sobres as preferências e opções dos internautas.

Outra mudança: atualmente, as redes sociais podem tirar do ar fotos ou vídeos que usem imagens de obras protegidas por direito autoral ou que contrariam regras das empresas. Com o marco civil, as empresas não podem retirar conteúdo sem determinação judicial, a não ser em casos de nudez ou de atos sexuais de caráter privado. O provedor não pode ser responsabilizado por conteúdo ofensivo postado em seu serviço pelos usuários. O objetivo é garantir a liberdade de expressão dos usuários e impedir a censura.

O Marco Civil também determina que os registros de conexão dos usuários sejam guardados pelos provedores durante um ano, sob total sigilo e em ambiente seguro. A lei também garante a não suspensão da conexão à internet, salvo por débito, e a manutenção da qualidade contratada da conexão à internet. “O Brasil saiu na frente de vários países dando exemplo de como regulamentar essas decisões de maneira equilibrada entre os vários interesses e potos de vista sobre essa questão”, diz Nejm, diretor da SaferNet Brasil, organização não governamental (ONG) que atua na pesquisa e prevenção de crimes da internet.

Apesar de destacar todos os pontos positivos da norma, Nejm ressalta que o grande desafio, a partir de agora, fazer com que lei não fique só no papel. “Ainda tem uma lacuna importante na estrutura das policias especializadas, a carência de infraestrutura é grande”, destaca.

Hoje, segundo levantamento da SaferNet, só o Distrito Federal e os estados de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e Mato Grosso do Sul tem delegacias especializadas. “Na Polícia Federal, a estrutura também é precária para a demanda. Falta estrutura para oferecer ao cidadão um atendimento adequado”, diz Nejm. A morosidade da Justiça também preocupa já que, segundo a ONG, com exceção de casos de nudez, julgamentos de processos por calúnia e difamação, por exemplo, pode demorar anos.

“Em um dia de exposição, o dano é imensurável e o tempo de resposta na Justiça não é tão rápido. O dano sempre é maior que a reparação”, acrescentou.

Para reduzir o número de crimes na internet, a SaferNet Brasil aposta na prevenção. A novidade neste sentido é que o Artigo 26 do Marco Civil, de forma inédita no Brasil, estabelece que é dever do Estado promover a educação para o uso seguro e responsável da internet em todos os níveis de ensino.

”Para nós, isso é muito importante. Mais que a questão de segurança, queremos discutir a cidadania digital: ética, direitos humanos, respeito por direitos e deveres, e não falar só sobre perigos na internet”, concluiu. A ONG preparou vasto material sobre o assunto que pode ser acessado gratuitamente e usado por escolas.

 

Fonte: COMUNIQUE-SE

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Por Adriano Fachini

Em tempos de convergência digital, está cada vez mais árdua a escolha do consumidor final frente a tantas opções de serviços de telecomunicações. Por parte das concessionárias de telecomunicações o investimento é pesado, seja no âmbito da telefonia fixa ou móvel. Um verdadeiro bombardeio de propaganda e serviços é dirigido ao consumidor, que ao se deixar seduzir pela propaganda mais engraçada, pode errar feio na hora de decidir qual operadora ou plano de serviço melhor atende suas necessidades.

Na radiocomunicação não é diferente. Sem exagero, ouso pensar que seja um pouco mais complicado do que o exemplo acima, especialmente porque vivemos um período de transição de tecnologia com os equipamentos analógicos com os dias contados e os equipamentos digitais na aurora de seus dias. Afora isso, diferentemente dos serviços públicos de telecomunicações, o serviço limitado privado destinado para aqueles que possuem uma rede particular de telecomunicações com repetidores, torres e infraestrutura própria, tem prazos diferentes de migração condicionados a data limite de validade prevista em suas respectivas outorgas.

Além da questão de regulamentação jurídica, há outras mais complexas ainda que afete a própria tecnologia. Na plataforma de radiocomunicação DMR (Digital Mobile Radio), não há soluções de software homologadas pelos fabricantes, sendo de suma importância para não comprar gato por lebre a realização de testes de viabilidade técnica com a intenção de aperfeiçoar a compatibilidade de integração com outros dispositivos, caso comum em se tratando da transmissão de dados. Nesses casos, para não errar, tem que ser como São Tomé, ver pra crer, planejar um teste piloto, dimensionar qual a capacidade de dados que o sistema deve comportar, e após verificar a viabilidade prática do sistema, adquirir o serviço com o custo benéfico certo.

Antes de contratar um sistema de radiocomunicação digital, convém simular os custos de manutenção que decerto virão ao longo dos anos. Embora a maioria dos fabricantes de radiocomunicação concedam um ou dois anos de garantia do produto, esta limita-se apenas a defeitos de fábrica, sendo a maioria das ocorrências em um parque de rádios advinda de má utilização, portanto sem cobertura. Atenção especial merece alguns acessórios importantes como o custo e durabilidade das baterias, no caso dos rádios portáteis. Como ter, implica em manter, assim como num carro, o maior investimento não é comprar o bem, mas sim mantê-lo.

Nesse cenário, opção a ser levada em conta é a da locação dos equipamentos na qual a empresa locadora deve garantir o equipamento em funcionamento por um preço pré-determinado. A polêmica entre o que é mais vantajoso, comprar ou alugar, é antiga e depende de como o gerente do contrato encara o serviço. Administrações mais modernas não hesitam em alugar, sendo comum a esse perfil de administrador delegar e cobrar resultados com SLA (Service Level Agreement), ou acordo de nível de serviço, previamente acordados.

Adriano Fachini é empresário do setor de telecomunicações e presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

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Recentemente a rede social Facebook começou a limitar o número de usuários que recebem postagens em seu feed de notícias referente as páginas que curtiu. Isso obriga o dono da página a pagar se quiser ter  um alcance maior de sua publicação. Curioso é que se você clicar em “curtir” em alguma página com o objetivo de receber as postagens em seu feed, com certeza você não terá acesso ao conteúdo completo. Na verdade você consegue ver uma pequena parcela do que é publicado. Pensando nisso, a Equipe de Suporte do Direito Legal, desenvolveu uma solução para  que seus usuários continuem a receber o conteúdo do portal em seu feed de notícias ou na barra de notificações.
Confira 2 opções abaixo:

Opção 1 – Obter notificações (para receber as atualizações em suas notificações)
Passo 1: Acesse a fanpage do Direito legal no Facebook (facebook.com/direitolegal)
Passo 2: No botão Curtiu, quando clicamos ou passamos o mouse em cima, aparece a opção Obter notificações, clique para marcar a opção.
Veja Abaixo:

Obter notificações, facebook

Confira se a opção Obter notificações está marcada como segue na imagem abaixo:

tutorial passo-2

Agora você irá receber as atualizações do Direito Legal em suas Notificações.

Opção 2 – Seguir (para receber as atualizações no feed de notícias)
Passo 1: Acesse a fanpage do Direito legal no Facebook (facebook.com/direitolegal)
Passo 2: Clique no botão Seguir.
Veja Abaixo:

Seguir passo-1

Confira se a opção mudou para Seguindo como segue na imagem abaixo:

Seguir passo-2

Pronto! Agora você irá receber as atualizações do Direito Legal diretamente em seu feed de notícias.

Se você quer receber nossas notícias, artigos em outras redes sociais, acompanhe o Direito Legal também no Twitter e Google +.

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Recife (20/03) – O Portal jurídico Direito Legal, próximo de completar 10 anos de existência e com 20 mil acessos diários em média, se prepara para lançar a TV FORENSE. Trata-se de uma emissora via internet, e para os menos esclarecidos, Web TV Profissional é a transmissão de sinais televisivos pela internet, 24 horas do dia, sob a forma de áudio e vídeo sob demanda ou em tempo real (ao vivo), com boa qualidade de imagem (SD e/ou HQ) para milhares de pessoas simultaneamente, em qualquer parte do mundo, com o mínimo de conexão a internet, em qualquer dispositivo conectado (Smart TV, PC, Notebook, Tablet e Smartphone, Android e IOS em todos os navegadores).

Tecnologia Portáteis

A plataforma da TV FORENSE foi desenvolvida para fazer  tudo ou mais que uma TV comum,  a começar pelos profissionais envolvidos, equipamentos e formas de trabalho:  absolutamente os mesmos. Todavia, diferenciam-se na forma de transmitir. A primeira, por radiodifusão, depende de concessão, altos investimentos, e consequentemente sua comercialização tem custos altíssimos e abrangência limitada, inviável para pequenos anunciantes. A segunda com tecnologias atuais e avançadas, transmite pela internet (CDN, sem depender da conexão local) e sua abrangência não tem limites ou fronteiras, tem visibilidade internacional. Com imagens de altíssimo nível (SD e HQ), mesmo nos dispositivos móveis.

A TVF oferece uma grade de programação bem flexível e oportuniza acesso a todos, principalmente, mas não exclusiva a do segmento forense. A ideia é utilizar uma linguagem sem o juridiquês costumeiro, algo mais coloquial para melhor compreensão do público.

É uma TV com  entrevistas, jornalismo forense, notícias e reportagens voltadas para a sociedade e ao mundo acadêmico. A TVF trará ainda uma área de pay-per-view para concursos, cursos, aulas, palestras etc.

A plataforma da  TVF  trabalha com dois reprodutores de vídeo muito completos: Flash + HTML5  para máxima compatibilidade com uma variedade de dispositivos portáteis. Foi projetada para ser compatível com a maioria dos navegadores da Web, PC e portáteis. O sistema é atualizado frequentemente e foi testado no Internet Explorer 7, 8, 9, Chrome, Safári, Firefox, Opera, Dolphin, etc.

Ao acessar o endereço da TVF, a partir de uma conexão mínima,  o sistema deve abrir em segundos. Deve ser como ligar um aparelho comum, satisfativo. Nada mais frustrante que vídeos pesados ou paginas que demoram a carregar. Para atender esses requisitos, o sistema utiliza três tipos de servidores em Data Centers diferentes: Servidor de Mídia para armazenar  e rodar todos os arquivos; servidor de Back Up  e Servidor de Transmissão ao VIVO (CDN).

Oportuno esclarecer que  a TVFORENSE.com não se trata de um web site com vídeos inseridos a partir do Youtube, Vimeo, Live Stream, Jwplayer etc. É um sistema de televisão via internet em uma plataforma única, profissional e exclusiva, com identidade e servidores próprios. Uma televisão como todas as outras, diferenciando-se no formato, meios de transmissão e meios de recepção (para todos os dispositivos móveis).

Os interessados em participar como anunciantes ou como autores devem escrever para: info@tvforense.com

DADOS SOBRE VÍDEOS NO BRASIL:

“O Brasil é um dos países que mais cresce em consumo de vídeos online”

Pesquisa da comScore mostra que brasileiros utilizam cada vez mais plataformas sociais e on-demand para assistir vídeo na internet

De acordo com a comScore, líder mundial em mensuração, o Brasil tornou-se, em dezembro de 2012, um dos dez maiores mercados mundiais em número de telespectadores de vídeos online. Com 42,9 milhões de visitantes únicos a sites de vídeos online, o Brasil está à frente da França, do Reino Unido e da Itália. Em termos de penetração, os vídeos online alcançam 82,2% dos internautas brasileiros, muito próximo da média mundial de 83,8%.

http://www.comscore.com/por/Insights/Events_and_Webinars/Webinar/2013/2013_Brazil_Digital_Future_in_Focus

http://www.sambatech.com/blog/samba-insight/qual-e-o-tamanho-do-mercado-de-videos-online-infografico/

http://www.midiatismo.com.br/comunicacao-digital/estudo-aponta-crescimento-no-consumo-de-videos-online

http://brasillink.usmediaconsulting.com/2013/06/o-brasil-sera-o-lider-mundial-no-crescimento-do-mercado-de-midia-entre-2013-e-2017/

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/08/crescimento-de-videos-on-line-obriga-industria-da-tv-a-se-adaptar.html

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/pesquisa-mostra-como-os-brasileiros-usam-a-internet-/26096

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O Governo Federal pretende avaliar hoje (19) o texto e votar na próxima terça-feira (25) o projeto do Marco Civil da Internet, que estabelece direitos e deveres para usuários e provedores da rede mundial de computadores no país. O Marco Civil inclui, em sua versão atual, o artigo 16, que tem causado divergências entre parlamentares, especialistas e militantes da internet livre. O artigo prevê armazenamento, por seis meses, da navegação dos usuários, o que só poderá ser averiguado mediante ação judicial. O Deputado Relator, Alessandro Molon (PT-RJ), que incluiu o artigo, afirma que o objetivo principal é facilitar a identificação de crimes virtuais, com o argumento de que hoje em dia seria difícil conseguir dados de usuários que publicam conteúdos criminosos na internet.

Mas, ao mesmo tempo, especialistas em TI afirmam que a privacidade de todos é colocada em jogo e aqueles que cometem os crimes virtuais ainda assim têm como se esconder. “Alguém realmente mal intencionado, que tenha conhecimentos adequados na área, pode usar de recursos que dificultem sua identificação, mesmo com esse armazenamento dos dados”, explica o especialista em TI, Marcos Polidoro. O especialista ainda afirma que, apesar de ser proposta de maneira bem intencionada, os problemas que o artigo 16 traz podem não justificar sua adoção. “Além da exposição da privacidade dos usuários, há a possibilidade de haver vazamento de informações, aqui no Brasil já tivemos diversos casos assim. Além disso, esse armazenamento implicaria gastos maiores para as empresas, pois reter dados provoca custos de armazenamento para os provedores. Custos esses que acabarão sobrando para os usuários, afirma Polidoro.

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